sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Dentro dos próximos dois anos o Governo do Rio Grande do Norte vai conduzir o programa de segurança hídrica RN+Água. 320 mil famílias potiguares deverão ser beneficiadas pelo projeto, cujo orçamento é estimado em R$ 390 milhões, tendo como carro-chefe a perfuração de 885 poços tubulares em todas as regiões do estado. O programa RN+Água foi lançado na tarde desta quinta-feira (8), em Mossoró. A escolha da cidade para sediar o evento não foi aleatória. Mossoró, segundo maior município do RN, está encravada na região que mais sofre com o acesso à água no estado. "A gente sabe o que significa a instalação de um equipamento como esse, fazendo que a água chegue a quem precisa. E não são apenas poços perfurados; vamos levar a bomba, a manutenção, os programas de educação ambiental para o uso sustentável da água", afirmou a governadora. Em seu discurso, a chefe do Executivo estadual agradeceu aos parceiros do RN+Água. "Contamos com a parceria da bancada federal, a partir das emendas dos deputados Benes Leocádio, Natália Bonavides e Rafael Motta e do senador Jean-Paul Prates. Também agradecemos à Assembleia Legislativa, na figura do presidente Ezequiel Ferreira, que destinou várias emendas ao projeto", completou Fátima Bezerra. O programa ainda conta com verbas do Governo Federal. Mais informações »

 



 A juíza eleitoral Daniela do Nascimento Cosmo, da 11ª Zona Eleitoral de Canguaretama, suspendeu até o dia 15 de outubro todos os atos de campanha e propaganda política de rua no município de Pedro Velho. A decisão se deu após um pedido de liminar do Ministério Público Eleitoral.

O pedido do MPE destaca um episódio de violência ligado a desavenças políticas. Na última segunda (5), dois homens foram mortos e um terceiro, ferido, durante uma mobilização política na Zona Rural de Pedro Velho. Os crimes estão sendo investigados pela polícia e há suspeitas de que as mortes tenham tido motivação política.

Na representação, o órgão ministerial invocou o art. 96 da Lei das Eleições e afirmou que “a manutenção de atos de campanha que ensejem fortes movimentações de eleitores e simpatizantes, especialmente carretas, passeatas, visitações coletivas, comícios e panfletagens em locais públicos, mostram-se temerários, com risco concreto de recrudescimento dos atos de violência e vindita capazes de gerar forte comoção social e descontrole da segurança pública”.

“O que deve prevalecer nesse momento é buscar formas de garantir a ordem pública, e garantir não somente a lisura, como a tranquilidade do pleito”, afirmou a juíza na decisão.

Nessa quarta-feira, o Corregedor Eleitoral, Desembargador Cláudio Santos, se reuniu com a magistrada da 11ª ZE, bem como o procurador regional eleitoral, Ronaldo Chaves, e representantes da segurança pública do estado para tratar do acirramento das eleições municipais na cidade.

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